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Fasciectomia Parcial para a Doença de Dupuytren

Tempo de leitura Tempo de leitura 07:02 min.
  1. Planejamento/Incisão

    Video
    Planejamento/Incisão
    Configurações de som

    Orientação anatômica por palpação e marcação de marcos anatômicos: 

    Incisão em ziguezague da prega intertenar distal sobre a prega palmar distal até a prega falangeana proximal do dedo principalmente afetado (aqui dedo mínimo). Incisão de Brunner na área da falange proximal e média. Incisão oblíqua divergente adicional sobre uma corda secundária da prega palmar distal até a prega falangeana proximal do dedo anelar. 

    Transecção cortante da pele.

    Estruturas guiadoras

    • Prega palmar distal
    • Prega falangeana proximal
    • Prega interfalangeana proximal
    • Prega intertenar
    • Corda principal e secundária 

    Nota

    Para evitar contraturas cicatriciais futuras, a incisão deve ser planejada de modo que a cicatriz não fique diretamente sobre uma prega de flexão.

  2. Liberando a Pele do Cordão de Dupuytren

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    Configurações de som

    A pele e o tecido subcutâneo são dissecados cuidadosamente de proximal para distal do tecido aponeurótico alterado. A pele é tratada da forma mais atraumática possível (ganchos de pele, pinças de anel, sem pinças!), para evitar distúrbios de perfusão.

    Cuidado

    A pele não deve ser afinada demais, pois isso pode levar a necroses da pele. Se o cordão infiltrar a cutis, a ressecção com pele e enxerto de pele deve ser considerada.

  3. Exposição do cordão proximal de Dupuytren

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    Configurações de som

    Ao nível da palma, o cordão é dissecado livre dos arredores e os feixes vasculares/nervosos são identificados com segurança. Desapego do cordão proximalmente.

  4. Mobilização do cordão de Dupuytren de proximal para distal

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    Configurações de som

    O tecido alterado é descolado das estruturas do lado flexor, como artéria, nervo e bainha do tendão flexor, parcialmente de forma romba, parcialmente de forma afiada. Após a remoção do tecido patológico, a extensão das articulações afetadas é verificada. Se necessário, uma liberação articular (artrolise) é requerida.

  5. Verificando a Circulação

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    Configurações de som

    O torniquete é liberado, hemostasia cuidadosa. Verificação da perfusão adequada dos dedos e dos retalhos cutâneos.

  6. Irrigação e Fechamento da Ferida

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    Irrigação e Fechamento da Ferida
    Configurações de som

    Irrigação cuidadosa do sítio cirúrgico, p.ex., com solução salina fisiológica e inspeção final. Se necessário, inserção de um dreno Mini-Redon ou 8-Redon. Sutura de pele evertida (interrompida simples/contínua/subcuticular, se necessário Omni- ou Steri-Strips). Curativo compressivo elástico estéril.

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